Como verificar burn-in
- Pause no cinza — é o campo mais revelador. Procure fantasmas mais escuros de coisas que vivem na sua tela: barra de tarefas, dock, logo de canal, placar, teclado. Formas que você consegue identificar são o achado.
- Pause no branco e repita. Burn-in fraco no cinza ganha uma segunda chance de aparecer contra o brilho total; o mesmo vale para tonalidade desigual.
- Passe por vermelho, verde e azul. Subpixels OLED envelhecem em ritmos diferentes, então um fantasma visível em uma cor primária, mas não nas outras, ainda é desgaste — apenas de um canal.
- Encontrou um fantasma? Anote o que é e confira de novo amanhã: se sumiu, era retenção; se continua lá, é burn-in. Para olhar mais a fundo em painéis OLED, o teste de OLED adiciona telas de quase preto e cinza escuro, onde o desgaste aparece primeiro.
Exercício de retenção — o que ele faz e, honestamente, o que não faz
Ao arrastar o controle de permanência para tempos curtos, você transforma a inspeção na rotina clássica de recuperação: um ciclo rápido de cores em tela cheia que pede a cada subpixel para percorrer a sua faixa de trabalho. Em LCDs, isso realmente ajuda a limpar retenção presa, normalmente em meia hora. Em OLED, não restaura pixels com burn-in — isso é desgaste físico — e preferimos dizer isso claramente a vender trinta minutos de esperança. O que ajuda um OLED com desgaste leve é o ciclo de compensação do próprio painel (confira o menu de imagem ou de cuidados do painel da TV), que mede o desgaste e remapeia o brilho ao redor dele.
Vai testar uma tela que está prestes a comprar? Rode isto junto com o teste de pixel morto — cinco minutos cobrem os dois defeitos que saem caros quando você os descobre depois. Observações específicas para TV, inclusive como colocar um navegador na tela, estão na página de teste de tela de TV.